MARK: I love you.
LEXIE: You don’t have to say it because I said it.
MARK: I do. I love you. I love you. I’ve always been in love with you. I will always be in love with you. 
LEXIE: Yeah?
MARK: Yeah. Which is why you have to stay alive. We— We— We’re gonna get married and you’re gonna make an amazing surgeon. And we’re gonna have two or three kids.
LEXIE: So Sofia can have siblings.
MARK: Yeah. A sister and two brothers.
LEXIE: That’s nice.
MARK: And… We’re going to be happy, Lex… You and me. We’re going to have the best life, Lexie, you and me. We’re gonna be so happy. So you can’t die, okay? You can’t die, because we’re supposed to end up together. We’re meant to be. 
LEXIE: Meant to be.
MARK: I love you. I love you. I love you. I-I love you. I love you. (crying) I love you. I love you. I love you. (sobs) I love you. I love you. 


“Hoje eu preciso te encontrar de qualquer jeito, nem que seja só pra te levar pra casa depois de um dia normal… Olhar teus olhos de promessas fáceis e te beijar a boca de um jeito que te faça rir, que te faça rir. Hoje eu preciso te abraçar… Sentir teu cheiro de roupa limpa pra esquecer os meus anseios e dormir em paz. Hoje eu preciso ouvir qualquer palavra tua, qualquer frase exagerada que me faça sentir alegria em estar vivo. Hoje eu preciso tomar um café, ouvindo você suspirar me dizendo que eu sou o causador da tua insônia… Que eu faço tudo errado sempre, sempre. Hoje, preciso de você, com qualquer humor, com qualquer sorriso. Hoje só tua presença vai me deixar feliz… Só hoje.”
Jota Quest, Só Hoje. (via 27-06)

As janelas da sala estão quebradas. Elas costumavam ser bonitas a um tempo atrás, limpas, brilhantes.
Uma luz fraca ali presente permite, a quem quer que seja, ver as rachaduras nas paredes. Parecem esculpidas com um certo propósito para dar, ou simplesmente arrancar, algum valor.

Silenciosamente, com a intenção de não ser descoberta, como se houvesse alguém ali para descobri-la, entra na ponta dos pés observando como se pudesse ver os antigos passos que ali passaram, deixando alguma marca para fazer parte do chão de madeira.

Parece que tinha o desejo de ficar, porém se foram. Acharam que não se poderia imitar tamanha complexidade, então deixara-na para que se reerguesse sozinha. Não aconteceu.

Pensa que certa vez a disseram que se começa a morrer a partir do momento que nasce. Então, quando o primeiro tijolo foi posto, já se tinha uma ideia que num futuro próximo haveria janelas quebradas, paredes rachadas e a sombra de algo que um dia fora um lar habitável.

Agora é só casa, um espaço vazio, o lar foi-se embora com quem por lá passou por alguns tempos. O fogo da lareira velha diminui, até não queimar mais nada, não brilhar mais. Diminui até desaparecer, até a última fagulha. Morreu. JF