“I guess by now I should know enough about loss to realize that you never really stop missing someone - you just learn to live around the huge gaping hole of their absence.”

Alyson Noel

Everything you love is here

(via lovequotesrus)

“I am not an empire you were ‘chosen’ to
conquer. My body is a fortress time built
with its own two hands and you were
never given permission to breath that
structure. A warrior such as myself
wasn’t born to fight for someone like you,
and my armor was crafted to be
impenetrable when facing your slurs on
the street. I could have lions guarding my
castle’s gates but my own roar is far more
ferocious.
You think you own me?
I’d love to see you prove it.”
a note to the boy who tried to claim me // Haley Hendrick (via s-k-e-t-c-h-e-d)

“Me disseram “Você anda sumido” e me dei conta de que era verdade. Eu também, fazia tempo que não me via. O que teria acontecido comigo? Não me encontrava nos lugares em que costumava ir. Perguntava por mim e as pessoas diziam “É verdade, você anda sumido”. E “Que fim levou você?” Eu não tinha a menor ideia que fim tinha me levado. A última vez em que me vira fora, deixa ver… Eu não me lembrava! Eu teria morrido? Impossível, na última vez em que me vira eu estava bem. Não tinha, que eu soubesse, nenhum problema grave de saúde. E, mesmo, eu teria visto o convite para o meu enterro no jornal. O nome fatalmente me chamaria a atenção. Eu podia ter mudado de cidade. Era isso. Podia ter ido para outro lugar, podia estar em outro lugar naquele momento. Mas por que iria embora assim, sem dizer nada para ninguém, sem me despedir nem de mim? Sempre fomos tão ligados. No outro dia fui a um lugar que eu costumava frequentar muito e perguntei se tinham me visto. Não era gente conhecida, precisei me descrever. Não foi difícil porque me usei como modelo. “Eu sou um cara, assim, como eu. Mesma altura, tudo”. Não tinham me visto. Que coisa. Pensei: como é que alguém pode simplesmente desaparecer desse jeito? Foi então que comecei, confesso, a pensar nas vantagens de estar sumido. Não me encontrar em lugar algum me dava uma espécie de liberdade. Podia fazer o que bem entendesse, sem o risco de dar comigo e eu dizer “Você, hein?”. Mudei por completo de comportamento. Me tornei - outro! Que maravilha. Agora, mesmo que me encontrasse, eu não me reconheceria. Comecei a fazer coisas que até eu duvidaria, se fosse eu. O que mais gostava de ouvir das pessoas espantadas com a minha mudança era: “Nem parece você”. Claro que não parecia eu. Eu não era eu. Eu era outro! Passei a me exceder, embriagado pela minha nova liberdade. A verdade é que estar longe dos meus olhos me deixou fora de mim. Ou fora do outro. E um dia ouvi uma mulher indignada com o meu assédio gritar “Você não se enxerga, não?” E então, tive a revelação. Claro, era isso. Eu não estava sumido. Eu simplesmente não me enxergava. Como podia me encontrar nos lugares onde me procurava se não me enxergava? Todo aquele tempo eu estivera lá, presente, embaixo, por assim dizer, do meu nariz, e não me vira. Por um lado, fiquei aliviado. Eu estava vivo e bem, não precisava me preocupar. Por outro lado, foi uma decepção. Concluí que não tem jeito, estamos sempre, irremediavelmente, conosco, mesmo quando pensamos ter nos livrado de nós. A gente não desaparece. A gente às vezes só não se enxerga.”
Luís Fernando Veríssimo (via capitule)

“Volta pra mim com os cortes na boca e a falta de fôlego porque sim, eu te aceito. E eu reparo teus danos e te refaço pro mundo, para que você voe novamente, e parta sem mim. Porque dentro do amor eu percebi que não há nada nosso, nem as noites em que cantamos a tristeza e reverberamos a solidão, nem o vulto da eternidade no teu pé errante. Não há nada que eu posso dizer que tive nos momentos onde a intensidade disse os verbos e nós proferimos o infinito. Volta pra mim, não, não volte pra mim, erre o caminho que os descaminhos são paralelos. Volta, não, não volta. Volta, que os eixos nas suas costas me dizem sobre o amor que gangrenamos nas mãos quando o sorriso não preencheu. E eu canto o que drummond diz: se mil vezes você me deixar e voltar, eu aceito. E eu faço dos versos nosso colete anti-monotonia e te abraço pra nunca mais existir. Porque o belo não existe, além do brilho que há no invisível, através da retina do olho esverdeado que você tem. Volta pra mim que os dias têm esmagado meus punhos, e eu tenho visto miúdo o que se vê brando e claro; não abro minhas mãos aos céus e sorrio há semanas e os raios do céu mudaram o curso: meus lábios pararam no tempo. Volta antes do dilúvio bíblico, antes da terceira guerra mundial iminente, antes que outro meteoro caia e desta vez aqui, aqui. Volta antes que eu agonize sua lembrança e refaça sua imagem turva e deturpada, antes da aurora-boreal encandecer o céu da Noruega, antes que eu e o suicídio conversemos sobre como andam os planos pro meu futuro. Antes do terremoto afligir meus dedos, antes da queda d’água explodir as estrelas mortas por nós que dissemos superficialidades. Não, não volta agora, estou desbotando todo destino. Canta pra mim, canta chico, e não volte enquanto o teu brilho não satisfazer meus dramas renegados. Eu te amo, mon amour, como um mantra que eu não soube pronunciar. “Se mil vezes você ir e voltar, eu te aceito… eu te aceito.””
Floresinexatas.   (via capitule)

“I love unmade beds. I love when people are drunk and crying and cannot be anything but honest in that moment. I love the look in people’s eyes when they realize they’re in love. I love the way people look when they first wake up and they’ve forgotten their surroundings. I love the gasp people take when their favorite character dies. I love when people close their eyes and drift to somewhere in the clouds. I fall in love with people and their honest moments all the time. I fall in love with their breakdowns and their smeared makeup and their daydreams. Honesty is just too beautiful to ever put into words.”
(via bl-ossomed)

“A gente vai contra a corrente até não poder resistir. Na volta do barco é que sente, o quanto deixou de cumprir.”
Chico Buarque. (via capitule)

“I like people too much or not at all. I’ve got to go down deep, to fall into people, to really know them.”
Sylvia Plath, The Unabridged Journals of Sylvia Plath (via introspectivepoet)